terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Experimentando nossa indelicadeza

O que significa experimentar minha própria indelicadeza? Primeiro, uma observação impessoal e sem julgamentos de meus pensamentos idelicados é necessária- sem nenhuma análise, apenas atenção pura. Segundo, devo experimentar diretamente a tensão corporal que é o espelho exato de meu pensamento separador, meu medo. Neste experimentar, neste samadhi de não-pensamento, eu sou os outros e a gentileza é a minha verdadeira natureza. Mais e mais eu vejo meus próprios pensamentos indelicados como o sonho que são (e vejo também que meus ideais são os filhos deste sonho). Nesta prática ou zazen, nossa experiência do que nossa vida é devagar clareia, e mais e mais sua expressão natural é a gentileza e a compaixão. Fácil? Nem um pouco. Acham difícil de fato nos afastar de nosso falso desejo por um ideal (sempre envolvendo julgamento sobre nós e os outros) e praticar com a experiência direta de nossa vida neste exato momento. Mas em nome de nossos votos de fidelidade a toda a vida, apenas fazemos, pacientemente e com determinação.


Charlote Joko Back.
Tradução livre para o português de Emerson Zamprogno.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Cerimônia de Jukai-e



Fotos: Emerson Zamprogno

O Dharma se enriquece com nossos três novos irmãos, que tomarom preceito no dia 20/12/2009 no templo Busshinji, em SP:
Jushin de Porto Alegre, João Juken e Altair Gôdô de Florianópolis.

Parabéns aos três e a seus professores de treinamento.
Sejam bem vindos!